O que só passarinho entende, com Cia Artística Cobaia Cênica

O espetáculo apresenta, de maneira lúdica e poética, a singularidade de uma mulher que, apesar de marcada pelas intempéries da vida, carrega a convicção de que o real valor e beleza de sua existência estão no conhecimento empírico, diretamente ligado à natureza.

ARTE DA PALAVRA: Oficina com Suzana Vargas (RJ)

Provocações Literárias: oficina de criação textual

A oficina pretende aproximar os participantes do universo da criação literária, alternando muita leitura, um pouco de teoria e muita prática textual. As provocações para que essa prática se realize partem da leitura de autores diversos - dos clássicos aos contemporâneos - e de exercícios lúdicos que levem em conta o poder da palavra como recurso de expressão.

O objetivo é construir com os alunos noções favoráveis à apreciação estética de cada gênero literário (prosa/poesia/autoficção) e estimular a criatividade a partir da relação particular ou de intimidade de cada um com a palavra escrita. Autores como Júlio Cortázar, Wislawa Szymborska, Sérgio Santánna e outros ícones da literatura brasileira e estrangeira serão lidos e debatidos ao longo dos encontros.

Suzana Vargas é gaúcha, de Alegrete(RS). Reside no Rio de Janeiro desde 1973. Poeta, autora de livros infantis e juvenis, ensaísta, produtora cultural e professora de literatura com vários títulos publicados.

Formada em Letras, com Mestrado em Teoria Literária pela Universidade Federal do Rio de Janeiro onde se especializou na área de leitura. Desde então, trabalhou em diversas instituições de ensino, entre universidades, centros culturais e eventos como professora e curadora de programas literários.

De 1981 a 1983 trabalhou no PRODELIVRO, órgão do Ministério da Educação coordenando o programa nacional Clubes de Leitura. Entre 1981 e 1990 foi orientadora das Oficinas de Poesia da OLAC, Oficina Literária Afrânio Coutinho.

A partir de 1990, a convite de Márcio Souza, integra-se ao corpo de funcionários da Fundação Biblioteca Nacional onde desempenhou a função de técnico em projetos culturais, trabalhando em diversos setores, entre eles o Sistema Nacional de Bibliotecas e o Departamento Nacional do Livro onde editou por 10 anos a Revista Poesia Sempre junto a Ivan Junqueira, Antônio Carlos Secchin, Marco Lucchesi, Ferreira Gullar, entre outros. Ainda na Biblioteca Nacional depois de longa licença, trabalhou no PROLER, Programa Nacional de Incentivo à Leitura, coordenando o setor de cursos e oficinas para professores. Para o órgão, ainda criou e editou a Buriti – a revista de leitura do PROLER.

Possui, entre poesia, literatura infantil e ensaio, 16 livros publicados.


ARTE DA PALAVRA: Oficina com João Varella (SP)

Edição de livros ​- Como um conteúdo se transforma em um livro? E como essa obra pode se destacar? Seja com uma editora ou com autopublicação, decisões precisam ser tomadas e esta oficina oferece um panorama desse caminho. Os participantes são convidados a discutir o estado atual da literatura enquanto arte e mercado.

João Varella é fundador da editora Lote 42, da livraria Banca Tatuí e do espaço de cursos Sala Tatuí. Escreveu os livros Me tirar da solidão (2022, Barbante) Videogame Pandemia (2021, Editora Elefante)

Games: cultura, arte e joystick (2021, Edições Sesc) Videogame, a Evolução da Arte (2020, Lote 42), 42 Haicais e 7 Ilustrações (2014, Lote 42), A Agenda (2013, Novo Conceito) e Curitibocas: Diálogos Urbanos (2006, Coração Brasil). Recebeu prêmios como CNI de Jornalismo, Sebrae de Jornalismo, Proyectando Valores, Jovens Talentos da Indústria do Livro, entre outros. Os livros que editou na Lote 42 já receberam prêmios como If Design Awards, Red Dot, Dente de Ouro e Lusos. Em 2018, a Banca Tatuí foi a vencedora do prêmio Milton Santos, outorgado pela Câmara Municipal de São Paulo


ARTE DA PALAVRA: Oficina com Irma Galhardo (TO)

 A oficina abordará técnicas utilizadas para incrementar a contação de histórias, como por exemplo: histórias com varetas; história coletiva; história em verso; história interativa; história com avental, história com uso de fantoche/dedoche, etc. Refletirá também sobre o contador de histórias tradicional e o contador moderno, embasado nos ensinamentos de Walter Benjamin (1987) em "O narrador", além transitar pela poesia e de estabelecer diálogo com os fundamentos do letramento literário, que é a forma de aproximar o aluno da leitura literária de maneira prazerosa.

Irma Galhardo é escritora, cordelista, produtora cultural e contadora de histórias. Mestra em Literatura pela UFT e Mestra da Cultura Popular pelo MinC, é referência na literatura infantil tocantinense, tem nove livros publicados e vários prêmios por editais. É membro da Academia Palmense de Letras no Tocantins, membro correspondente de algumas Academias de Letras do Brasil e já participou oficialmente de Salões do Livro na Suíça e na Itália.

ARTE DA PALAVRA: Oficina com Euler Lopes (SE)

Poéticas do Afeto: escritas para o fim do mundo tem o intuito de refletir sobre novas formas de pensar a escrita em meio ao contexto atual. Enquanto escritores, como traduzimos os tempos de hoje, repletos de desastres ambientais, pandemias, guerras, polarizações políticas, dissidências. A oficina também pretende refletir sobre novas definições de corporalidades e como essas existências interferem na forma como escrevemos narrativas. Por meio de exercícios práticos, a oficina objetiva provocar os participantes a escreverem em diálogo com essa ideia de mundo que explode diariamente diante dos nossos olhos.

Euler Lopes é escritore de Sergipe. Atua na direção e dramaturgia do Grupo de Teatro A Tua Lona desde 2010. Publicou os livros 10 afetos, +10 Afetos e Bolor. Foi contemplado no Jovens Dramaturgo (2013) e Edie (2016). Publicou os livros 10 Afetos (2017), Bolor (2017), +10 Afetos (2021). Tem textos montados por outras companhias a exemplo de Senhora dos Restos (2014), Piedade, a seu dispor (2019) (Cia Dicuri/SE), Mulheres do Aluá (O Imaginário –RO) – vencedor do Madeira Festival de Teatro 2019, Bicho M (Caixa Cênica/SE), Barulho (Nuclearte-Poços de Caldas), Menina Miúda (Menina Miúda Produções Artísticas-AM), Disque Q para Queer (Teatro da Margem – RN), O Conselho (Cia um do outro- Jundiaí).Euler Lopes é escritor de Sergipe. Atua na direção e dramaturgia do Grupo de Teatro A Tua Lona desde 2010. Publicou os livros 10 afetos, +10 Afetos e Bolor. Foi contemplado no Jovens Dramaturgo (2013) e Edie (2016). Publicou os livros 10 Afetos (2017), Bolor (2017), +10 Afetos (2021). Tem textos montados por outras companhias a exemplo de Senhora dos Restos (2014), Piedade, a seu dispor (2019) (Cia Dicuri/SE), Mulheres do Aluá (O Imaginário –RO) – vencedor do Madeira Festival de Teatro 2019, Bicho M (Caixa Cênica/SE), Barulho (Nuclearte-Poços de Caldas), Menina Miúda (Menina Miúda Produções Artísticas-AM), Disque Q para Queer (Teatro da Margem – RN), O Conselho (Cia um do outro- Jundiaí).

Coordenou a área de dramaturgia no LabClown em 2021. Supervisionou a construção dos textos Desassossego (Grupo Jurubebas – Manaus) Esse é um espetáculo autobiográfico… (Grupo Asavessa – RN). Desde 2016 oferta oficinas de escrita criativa por instituições como a Cia de Arte Alese, Sesc em Sergipe, Funarte, Secult-SE, a exemplo das oficinas Dramaturgia: da palavra ao texto (2017), Entre personas e novos suportes (2019), Escritos na Tragédia (2020), Poéticas para jovens escitores (2018) Poéticas da cidade (2019)Personagens Bregas e outros babados (2020), Dramaturgias sob Encomenda (2021), Laborátório de escrita criativa (2021), Dramaturgias infantis (2021), entre outras. É doutorando em Letras pela UFS, onde pesquisa violência na dramaturgia latino-americana.

ARTE DA PALAVRA: Oficina com Danilo Furlan (PR)

Oficina Contação de Histórias com Bonecos e Objetos - com Danilo Furlan. A oficina propõe a discussão de preceitos relacionados à arte de contar história, mesclando teoria com a prática de criação e confecção de bonecos com materiais simples, como tesoura, cola Branca, fita crepe, revistas velhas e Papel Sulfite. A oficina é direcionada a professores, bibliotecários, contadores de histórias, pedagogos e artistas interessados em conhecer outras formas de contar histórias, em especial utilizando-se de recursos visuais, como bonecos.

Danilo Furlan é graduado em Pedagogia pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), especialista em Literatura Infantil pela UniBF e Mestrando em Educação - UEM. É bonequeiro, contador de histórias, escritor, diretor da Cia Manipulando Teatro de Animação e produtor de eventos nestas áreas. Atuou em mais de vinte espetáculos como manipulador de bonecos e contador de histórias. Sua carreira teve início em 1997 e já o levou a participar de festivais importantes, como o Filo (Londrina), o Festival Espetacular de Teatro de Bonecos de Curitiba, a Feira do Livro de Porto Alegre, entre outros. Participa da obra "Contação de Histórias: Tradição poética e interfaces”, publicado em 2015 pela Edições Sesc SP, DA Coletânea Sesc de Contos Infantis, do Sesc Paraná, de 2017, além de ter publicado os livros "Sai pra lá, vira lata!" (2017), "Quando o cheiro da chuva vem" (2019).

Manhã de histórias

Narrativas de histórias de "A História de Tatê Calanquê" de Bia Bedran e "Quibungo" de Maria Clara Cavalcanti, o menino que não tinha nome conta como arranjou um e faz amizade com um corajoso menino indígena chamado Kunta que enfrenta o Quibungo, um gigante peludo, com uma cabeça enorme, olhos cor de fogo e um buraco nas costas pra comer criança... As narrativas nos traz elementos culturais e  rítmicos através do resgate de nossa ancestralidade e boas doses de humor.  Após a mediação, haverá a confecção de mandalas em CD e pintura de personagens da cultura de laguna em papel ao chão. A partir de 4 anos.

Quando dançamos acima das fogueiras, com Traço Cia de Teatro

Três seres te encontram no centro do mundo para dançar o ar entre o visível e o invisível, tecendo experiências que reinventam o tempo. Será possível arvorecer? Quem sabe hoje seja nosso dia de sorte.
FICHA TÉCNICA
Espetáculo de Palhaçaria
Classificação: 18 anos
Concepção: Traço Cia. de Teatro
Direção e Palhaçaria: Débora de Matos, Egon Seidler e Greice Miotello
Assistente de direção e ensaiadora: Gabriela Leite
Dramaturgismo: Marina Monteiro
Corpo e voz no jogo do bufão: Claudia Sachs e Bárbara Biscaro
Provocação dramatúrgica: Afonso Nilson
Provocação decolonial: Drica Santos
Cenografia: Dodô Giovanetti, Ana Pi e Adriana Barreto
Iluminação: Dodô Giovanetti
Figurino e objetos de cena: Ana Pi
Assistente de figurino e objetos de cena: Adriana Barreto
Trilha sonora: Cassiano Vedana
Designer: Paula Albuquerque
Registros (foto e vídeo): Wally Moraes
Equipe técnica de apoio: Dodô Giovanetti, Gabriela Leite e Leandro Lunelli
Produção e serviços de informação: Egon Seidler
Assessoria de comunicação: Alecrim Conteúdo
Realização: Fundação Nacional de Artes – Ministério da Cultura – Governo Federal

Arraiá literário: as histórias que nos ensinaram

Tem o objetivo promover a cultura popular por meio de narrativas folclóricas orais e escritas; jogos folclóricos e produção de fantoches folclores para encenação de um conto popular entre os participantes.

Sesc Dramaturgias: Oficina com Alex de Souza

Oficina: Objet(ação)! Dramaturgia das interações com objetos na cena com Alex de Souza (Florianópolis/SC)


No percurso desta oficina, buscaremos ampliar nossas percepções em relação aos objetos que nos circundam para deslocá-los à cena aproveitando seus vários níveis expressivos e desenvolvendo dramaturgia própria nesta interação.

Sesc Dramaturgias: Oficina com Paula Bittencourt

Oficina do Curar: O Riso Sagrado com Paula Bittencourt (Florianópolis/SC)


A figura do palhaço está em nossas terras, em nossos ancestrais, em nosso corpo e em nossa alma. Esta oficina busca levar os participantes a uma compreensão vivida, experimentada no compartilhar, sobre o sentido de "cura” por meio do riso sagrado.

Sesc Lab - Penteados para dançarinas

A Oficina "Sesc Lab - penteados para dançarinas" abrange os conteúdos: penteados e figurinos; materiais e produção de penteados e demonstração e execução de penteados (preparação, montagem e finalização). Destinada para dançarinas, mães e pais de dançarinas e quem se interessa em aprender o estilo de penteado em questão. Para a aula são necessários os materiais que cada aluna está acostumada a utilizar.

Como fazer para lidar com seres humanos?

Após anos de observação secreta, movidas pela grande questão "Como fazer para lidar com seres humanos?”, Flor e Xicoza compartilharão com o mundo o resultado dos estudos do Instituto Mundanças. No encontro/tour, a relação com homo sapiens desvelará o objeto da pesquisa: seres humanos se "encaixam"?

Programação: Feira de Cascaes no Museu de Florianópolis

A Feira de Cascaes foi criada em 2021 pela Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer e a Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes, e, desde então, o Museu de Florianópolis vem participando como parceiro do evento.  

Com o objetivo de movimentar o Centro Histórico da cidade aos domingos, a Feira de Cascaes já entrou para o calendário cultural de Florianópolis. Neste ano, a Feira será realizada no último domingo do mês, dia em que a visitação ao Museu é gratuita. Na programação do evento, realizado em torno da Praça XV, há tendas de artesanato, área gastronômica, espaço kids com brinquedos infláveis, e diversas atrações culturais, dentre elas as que são oferecidas no Museu de Florianópolis. 

Confira a programação do Museu, traga a sua família e venha se divertir conosco!  

Oficina Raciocínio Clínico na Fisioterapia

O Raciocínio clinico na fisioterapia é de extrema importância para o fisioterapeuta ter um olhar diferenciado sobre o paciente. Entendendo que nem sempre onde está a queixa principal da dor/desconforto é o local da disfunção/problema, desta forma o tratamento se torna mais assertivo e eficaz.

Entender a importância do conhecimento da anatomia e biomecânica nas disfunções de MMSS, MMII e coluna.

Conhecer as melhores abordagens de tratamento dentro da fisioterapia, através do olhar da Osteopatia.

 

Ciclo de Palestras: Mais Que vencedores!

O Projeto Sesc Comunidade São José, buscando ampliar um dos eixos de atuação previstos no Caderno de Orientações do Sesc Comunidade (Oportunidades - Desenvolvimento de capacidades) que visa criar as oportunidades para o desenvolvimento de competências e capacidades na comunidade, estabeleceu parceria com "O Projeto Mais que Vencedores" do Centro de Educação e Treinamento Esperança-CETE.

A parceria tem por objetivo principal fornecer palestras gratuitas aos comerciantes e microempreendedores da região local, com intuito de dar-lhes orientação e treinamento para melhorar sua performance empresarial, bem como fomentar seus ganhos de produção, atendimento e renda. Os encontros serão mensais para um público de 20 a 40 pessoas. 

 

Projeto Oxigênio: Arte na Rua

O projeto será realizado em duas etapas com apresentações de teatro, circo e intervenções artísticas em praças públicos da cidade, fomentando a cultura e o acesso a toda a comunidade. 

Força Catarina 2023

"Unindo Mulheres para gerar oportunidades"

Diariamente a desigualdade de gênero acomete centenas de mulheres catarinenses, buscando neutralizar os fatores que contribuem para esta situação, o Sesc/SC vem por meio de uma iniciativa inovadora, inclusiva e sustentável, atuar com atividades e ações que promovam a autonomia financeira de mulheres em situação de vulnerabilidade social.

Em sua primeira edição, o projeto "Força Catarina" tem como objetivo, estimular a autonomia financeira de mulheres em vulnerabilidade social, por intermédio da implantação de uma rede colaborativa direcionada à promoção do aumento da renda familiar e implantação de espaços de socialização e capacitação.

Estruturado em três eixos: Promoção Social; Inclusão Produtiva; e Reconhecimento, o projeto Força Catarina  realizará ao longo do ano iniciativas que visam emponderar as mulheres e atuar na valorização da imagem e identidade da mulher nos ambientes sociais e econômicos, assim promovendo uma sociedade menos desigual e mais inclusiva. 


Venha fazer parte desta rede de inclusão e valorização da mulher, acompanhe a programação de sua cidade e se inscreve as atividades.



Este projeto está alinhado com a 5ª ODS "Igualdade de gênero"

Projeto Oxigênio: A Escola vai ao Teatro

Breve descrição do projeto: A Escola vai ao Teatro é um projeto que estimula e viabiliza o acesso a alunos de escolas públicas municipais e estaduais a prestigiarem apresentações artísticas no Teatro Municipal Alfredo Sigwalt. Através desse projeto tem-se a intensão de dar continuidade à política de desenvolvimento cultural local e à política de educação dos sentidos, criar um espaço de fruição e diálogo entre professores e alunos por meio de uma programação artística diversidade e proporcionar a preparação do público para atividades de fruição. No desenvolver do projeto, além de proporcionar acesso a apresentações artísticas de teatro, música e contação de histórias, também caberá a oferta do transporte para trazer os alunos ao espaço do Teatro, garantindo por completo a participação destes na programação.

 

Rede Sesc de Galerias: EnSIMESMAmentos de Alena Marmo

"EnSIMESMAmentos”, exposição de Alena Marmo,tem curadoria de Nadja Lamas e reúne cerca de 40 trabalhos produzidos, em sua maioria, no tempo agudo da pandemia. As pinturas e gravuras a serem expostas podem ser entendidas como documentos de isolamento social, que refletem uma experiência subjetiva vivenciada no contexto da doença covid-19. Podem ser entendidos como janelas sensíveis, por meio das quais o público será conectado, em qualquer tempo e espaço, com aqueles momentos do passado, vividos por mim.


Sobre a artista:
Alena Marmo, nasce em São Paulo (SP), em 1979. Vive e trabalha em Santa Catarina desde 1998. Artista, professora e curadora, é doutora em artes visuais pela Universidade de São Paulo - ECA/USP (2016). Graduada em educação artística pela Universidade da Região de Joinville (2001), fez mestrado em artes visuais, na linha de pesquisa história, teoria e crítica de arte, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2005). Está desenvolvendo estágio pós-doutoral no Programa de Pós-Graduação em Patrimônio Cultural e Sociedade, na linha de pesquisa Patrimônio, Memória e Linguagens. Atualmente é professora da Universidade da Região de Joinville (Univille), onde também coordena o curso de bacharelado em artes visuais, coordenadora dos cursos de especialização em educação na modalidade EAD, e como coordenadora pedagógica do Programa Institucional de Extensão Arte na Escola (PIEAE), no qual integra o grupo de pesquisa da Organização Mundial de Saúde Art Impact for
Health and SDGs. Tem experiência na área de artes, com ênfase em história da arte, teoria da arte e arte/educação, atuando principalmente nos temas história da arte, arte brasileira, arte contemporânea, curadoria, curadoria educativa e ensino da arte. Atua como curadora independente, é diretora cultural do Museu/Instituto Luiz Henrique Schwanke (MAC Schwanke) e coordenadora do curso de Bacharelado em Artes Visuais na Univille (Joinville).

Sobre a curadora:
Possui doutorado em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2005), doutorado sanduiche pela Université Paris 1- Panthéon Sorbonne, mestrado em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1996), especialização em arte na educação, pela FAP (1992), e graduação em Administração pela Fundação Educacional da Região de Joinville (1981). Professora titular da Universidade da Região de Joinville, nos cursos de Artes Visuais, Publicidade e Propaganda. Professora no Mestrado em Patrimônio Cultural e Sociedade, da Univille, nas disciplinas Estética, Cultura Verbal e Cultura Visual, e Pensamento Contemporâneo. Pesquisadora na área de Artes, com ênfase em História, Teoria e Crítica da Arte, atuando principalmente nos seguintes temas: arte contemporânea, arte/ cultura e ensino da arte. Estágio pós-doutoral em Ciências da Linguagem, na Unisul, Campus de Palhoça (em andamento). 


ArteSesc: Exposição A Gravura de Lasar Segall

A Gravura de Lasar Segall: Poesia da Linha e do Corte. 

Organizada a partir de matrizes originais de Lasar Segall, especialmente reimpressas pelo Museu Lasar Segall, em São Paulo, esta exposição reúne 16 gravuras em metal e 19 xilogravuras realizadas pelo artista entre 1913 e 1930. A litografia, meio a que se dedicou com afinco durante seu período alemão, permanece ausente desta mostra, à medida que a pedra litográfica, trabalhada via de regra em ateliês coletivos, é sempre polida e reaproveitada.

Estas 35 estampas, no entanto, bastam para revelar aqui um duplo movimento. Por um lado confrontam as distintas abordagens que a figura humana adquiriu na obra de Segall; por outro, evidenciam o modo como a gráfica se fez presente em momentos cruciais de sua trajetória.

Sobre o Artista

Lasar Segall nasceu em 1889 na cidade de Vilna que na época pertencia ao território da Rússia. Em 1906 ele emigrou para a Alemanha onde deu continuidade ao seu aprendizado artístico nas Academias de Arte de Berlim e Dresden. Em 1923 Lasar Segall migrou novamente, desta vez para o Brasil. 

Radicado no Brasil, Segall incorporou-se ao nascente movimento modernista, sendo um de seus expoentes. Nas décadas seguintes, Segall ofereceu sua contribuição para o desenvolvimento da cultura no país. Durante a sua trajetória artística, Lasar Segall escreveu e publicou textos, proferiu conferências e, sobretudo, pintou, gravou e esculpiu incessantemente, buscando sempre manter-se fiel aos seus ideais estéticos. 

O artista faleceu na cidade de São Paulo, em 1957, aos 68 anos, sendo reconhecido, já na ocasião, como um dos grandes nomes da arte moderna brasileira. O Museu Lasar Segall funciona na casa em que o artista viveu e é responsável por preservar a sua memória e produzir conhecimento sobre sua obra.

Sesc Lab: oficina de xote gaúcho figurado

Sesc Lab: oficina de xote gaúcho figurado 

O objetivo da oficina é levar ao aluno a origem do xote gaúcho e a forma de realizar figuras durante a execução dessa dança.


Ministrante: Ernesto José Brugnera
Instrutor de Dança do Sesc Criciúma

Exposição "Lambe dos Mestres"

Sinopse: A exposição Lambe dos Mestres é uma intervenção urbana intergeracional, uma proposta artística multimídia veiculada como intervenção urbana efêmera na cidade de Lages/SC, utilizando-se das técnicas da fotografia, da arte digital e da arte urbana; proposta pela designer Morgana Oliveira, com o apoio da Matakiterani Associação Cultural. A exposição conta com 10 posteres, estilo lambe-lambe, com a temática dos Mestres da Tradição Oral, tendo como recorte a rede de abrangência da Matakiterani Associação Cultural (na Mesorregião Serrana de Santa Catarina), sendo cada Mestra ou Mestre da Rede de Sabedoria, uma personagem de uma peça gráfica. 


Bate Papo: Literatura para infância

Literatura para infância e o olhar poético sobre a diversidade, com Cynthia Valente e Fernando Zenshô

Um bate-papo sobre a importância da literatura para infância e a potência de narrativas que combatem o capacitismo e que abordam a diversidade de forma poética, com os autores de "A voz dos meus olhos” narrativa vencedora do Prêmio Literário Sesc Criança 2022, a escritora e professora de Literatura Cynthia Valente, e o ilustrador Fernando Zenshô, com mediação e Maria Laura Pozzobon.

Cynthia Valente é mãe solo de Ian e Caiano, escritora e professora do Curso de Letras-Espanhol da Universidade Federal de Santa Catarina. Possui graduação em Letras pela Universidade Federal de Santa Catarina, mestrado em Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina e doutorado em Literatura Hispano-americana pela Universidad de Sevilla, Espanha. É autora vencedora do 2º Prêmio Literário Sesc Criança, com o texto "A voz dos meus olhos”, publicado em 2023 pelo Sesc-SC. Escreveu também os livros "Que trazes pra mim?” (UFSC, 2006); "Juca na bicicleta” (Letras Contemporâneas, 2019).

Fernando Zenshô é pai, artista plástico, ilustrador e educador. Dentre seus trabalhos com ilustração de livros infantis estão, "O tempo de Dindi” (Letra e imagem, 2020); "Maíra” (ed. da Autora, 2020); "As aventuras do monge Tantan: poemas da Monja Coen Roshi" (Cortêz, 2022) e "A voz dos meus olhos”, narrativa vencedora do Prêmio Literário Sesc Criança 2022, publicado em 2023 pelo Sesc-SC.

 

Público-alvo: Estudantes, escritores e interessados em literatura catarinense.

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